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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

PANTEÃO EGÍPCIO


Os egípcios cultuavam inúmeros deuses, com funções e aspectos variados. Existiam deuses cultuados em todo o Egito e outros adorados apenas em determinados lugares. Entre os primeiros estavam os deuses ligados à morte e ao enterro, como Osíris. O culto a Ísis e a Osíris era o mais popular no Egito Antigo. Acreditava-se que Osíris e sua irmã-esposa, Ìsis, tinham povoado o Egito e ensinado aos camponeses as técnicas de agricultura. Conta a lenda que o deus Set apaixonou-se por Ísis e por isso assassinou Osíris. Esse ressuscitou e dirigiu-se para o Além, tornando-se o deus dos mortos. Os antigos egípcios acreditavam que as lágrimas de Ísis, que chorava a morte do esposo, eram responsáveis pelas cheias periódicas do Nilo. Também era adorado o deus Hórus, filho de Ísis e Osíris. Estas divindades possuíam algumas características (poderes) acima da capacidade humana. Poderiam, por exemplo, estar presente em vários locais ao mesmo tempo, assumir várias formas, até mesmo de animais e interferir diretamente nos fenômenos da natureza. As cidades do Egito Antigo possuíam um deus protetor, que recebia oferendas e pedidos da população local. Os deuses egípcios têm muito em comum com os homens: podem nascer, envelhecer, morrer: possuem um corpo que deve ser alimentado, um nome, sentimentos. No entanto, estes aspectos muito humanos escondem uma natureza excepcional: seu corpo, composto de matérias preciosas, é dotado de um poder de transformação, suas lágrimas podem dar nascimento a seres ou minerais. Os poderes dos deuses são sempre comparados a algumas propriedades dos elementos da natureza ou dos animais, o que dá lugar a representações híbridas às vezes espantosas. Para representar os deuses, todas as combinações são possíveis: divindades totalmente humanas, deuses inteiramente animais, com corpo de homem e cabeça de animal, com o animal inteiro no lugar da cabeça (o escaravelho, por exemplo) ou com cabeça humana. A esfinge, imagem do deus-sol e do rei, é um leão com cabeça humana. Há animais comuns a muitas divindades (o falcão, o abutre, a leoa) e outros que são característicos de apenas uma (íbis de Thot, o escaravelho de Khepri). Os egípcios mumificavam e enterravam seus animais domésticos. Sobretudo em uma data relativamente tardia, no decorrer do 1° milênio A.C. os egípcios sacrificavam animais para mumificá-los e amontoá-los aos milhares em cemitérios especiais. São, provavelmente, ex-votos que os devotos compraram dos sacerdotes para oferecer a seu deus seu animal preferido. O culto dos touros sagrados é muito mais antigo: um animal único torna-se uma manifestação terrestre do deus. Ele tem direito a um enterro com grandes pompas. Havia inúmeros Deuses, sendo inevitável às rivalidades e as contradições.

Abaixo são apresentados os principais deuses:
Ámon, Amon ou Amun (em grego clássico: Ἄμμων; transl.: Ámmon ou Ἅμμων, Hámmon; em em egípcio: Yamānu) foi um deus da  egípicia. Seu nome significa "O oculto", uma vez que originalmente era a personificação dos ventos. Durante o Antigo e o Médio Império Amon existiu como uma divindade extremamente local e pouco importante. Adorado em Tebas (uma cidade distante dos grandes centros de poder localizados em Mênfis, Heliópolis e Abidos), Amon provavelmente dividia seu panteão com mais sete deuses locais. Pouco sabemos deste panteão, primeiro que envolvia a figura de Amon nos primórdios da civilização egípcia. Com a fundação da XVIII dinastia e o despontar do Novo Império, Amon muda completamente de status. De origem tebana, os faraós da XVIII dinastia deslocaram definitivamente o eixo do poder para o Alto Egito, fazendo de Tebas sua capital. Magicamente, Amon converte-se no deus do Império, propiciador da vitória nas batalhas e pai de todos os demais deuses do panteão. Como que para legitimar esta mudança de funções divinas, Amon é relacionado a Rá, o mais antigo dentre os deuses que um dia foram adorados como criador da vida e pai de todos os deuses. Sob o nome de Amon-Rá, Amon passa a ser reverenciado sob aspectos criadores e solares. Embora seu nome continue significando O Oculto ou O Escondido, escasseiam as referências de Amon como personificação dos ventos.


Rá ou Ré (em egípcio: *ri:ʕu), é o deus do Sol do Antigo Egito. No período da Quinta Dinastia se tornou uma das principais divindades da religião egípcia, identificado primordialmente com o sol do meio-dia. O principal centro de seu culto era a cidade de Heliópolis (chamada de Inun, "Local dos Pilares", em egípcio), onde era identificado com o deus solar local, Atum. Através de Atum, ou como Atum-Ra, também era visto como o primeiro ser, responsável pela egipicia Enéade, que consistia de Shu e Tefnut, Geb e Nut, Osíris, Seth, Ísis e Néftis.
Nos textos das pirâmides, Rá e Hórus são claramente distintos (por exemplo, Hórus remove para o sul do céu o trono de Rá)[6], mas em dinastias posteriores Rá foi fundido com o deus Hórus, formando Re-Horakhty ("Rá, que é o Hórus dos Dois Horizontes"), e acreditava-se que era soberano de todas as partes do mundo criado (o céu, a terra e o mundo inferior.)[4] É associado com o falcão ou o gavião. No Império Novo o deus Amon se tornou proeminente, após fundir-se com Rá e formar Amon-Rá.
Durante o Período de Amarna, Aquenáton reprimiu o culto de Rá em favor de outra divindade solar, Aton, o disco solar deificado, porém com a sua morte o culto de Rá foi restaurado.
O culto do touro Mnévis, uma encarnação de Rá, também teve seu centro em Heliópolis, onde existia um cemitério oficial para os touros sacrificados.
Uma das versões do mito, todas as formas de vida teriam sido criadas por Rá, que as chamou à existência pronunciando seus nomes secretos. De acordo com outra das versões, os seres humanos teriam sido criados a partir das lágrimas e do suor de Rá, motivo pelo qual os egípcios se chamavam de "Gado de Rá". No mito da Vaca Celestial se descreve como a humanidade teria tramado contra Rá, e como ele teria enviado seu olho, na forma da deusa Sekhmet, para puni-los, que acabou por se tornar sedenta por sangue, e só foi pacificada com a mistura de cerveja e tinta vermelha.

Osíris (Ausar em egípcio) era um deus do panteão egípcio, associado à vegetação e a vida no Além. Oriundo de Busíris, no Baixo Egito, Osíris foi um dos deuses mais populares do Antigo Egito, cujo culto remontava às épocas remotas da história egípcia e que continuou até à era Greco-Romana, quando o Egito perdeu a sua independência política.
Marido de Ísis e pai de Hórus, era ele quem julgava os mortos na "Sala das Duas Verdades", onde se procedia à pesagem do coração ou psicostasia.
Osíris, é sem dúvida o deus mais conhecido do Antigo Egito, devido ao grande número de templos que lhe foram dedicados por todo o país; porém, os seus começos foram os de qualquer divindade local e é também um deus que julgava a alma dos egípcios se eles iam para o paraíso (lugar onde só há fartura). Para os seus primeiros adoradores, Osíris era apenas a encarnação das forças da terra e das plantas. À medida que o seu culto se foi difundindo por todo o espaço do Egito, Osíris enriqueceu-se com os atributos das divindades que suplantava, até que, por fim substituiu a religião solar. Por outro lado o panteão engendrou uma lenda em torno de Osíris, que foi recolhida fielmente por alguns escritores gregos, como Plutarco. A dupla imagem que de ambas as fontes chegou até nós deste deus, cuja cabeça aparece coberta com a mitra branca, é a de um ser bondoso que sofre uma morte cruel e que por ela assegura a vida e a felicidade eterna a todos os seus protegidos, bem como a de uma divindade que encarna a terra egipcia e a sua vegetação, destruída pelo sol e a seca, mas sempre ressurgida pelas águas do Nilo.

ÍSIS - Isis é a mais popular de todas as Deusas egípcias, o modelo das esposas e mães, a protetora da magia invencível. Após a morte de Osíris, ela reúne os pedaços de seus despojos, se transforma numa ave para chorá-lo, se empenha em reanimá-lo e dele concebe um filho, Hórus. Usa na cabeça um assento com espaldar que é o hieróglifo de seu nome. Dona de poderes mágicos, protetora e piedosa, a irmã-esposa de Osíris foi a última divindade egípcia a ser adorada na Europa antes da chegada do cristianismo. O rio Nilo nasceu das lágrimas que ela derramou quando Osíris morreu.
SET - O deus do caos é o responsável pelas guerras e pela escuridão. Matou o irmão, Osíris, mas perdeu a supremacia do Egito para o sobrinho Hórus. Tem a forma do porco-formigueiro, animal raro da África. Seth é o Senhor do Alto Egito. Tem aparência de um estranho animal parecido com um cachorro com longas orelhas cortadas, focinho recurvado e longa cauda fendida. Filho de Geb e de Nut, Seth é um Deus complexo e ambíguo. Da proa da barca de Rá, ele trespassa com sua lança os inimigos do Sol; ele serve ao faraó combatendo com a força de seu braço. Mas é perigoso, violento, imprevisível. A lenda de Osíris mostra-o em um mau dia: assassino de seu próprio irmão, ele persegue Hórus com seu ódio, jamais Seth renuncia luta, pois ele é o necessário fomentador de problemas no mundo regido por Maát.

NEPHTHYS - no panteão egípcio, foi irmã-esposa de Set e de Osíris. Após a morte deste, separou-se de Set e se juntou a sua irmã Ísis em luto. É associada ao culto dos mortos e mostrada às vezes como uma mulher ao lado de sarcófagos. Nephthys é uma das filhas de Geb e de Nut, a irmã de Isis, Osíris e Seth. Seu nome significa "Senhora do Castelo". É esposa deste último, mas quando ele trai e assassina Osíris ela permanece solidária à Isis, ajudando-a a reunir os membros espalhados do morto e também tomando a forma de uma ave para velá-lo e chorá-lo. Como Isis, ela protege os sarcófagos e um dos vasos canopos e usa seu nome na cabeça em um cesto colocado num edifício. É ainda na campanha de Isis que ela acolhe o sol nascente e o defende contra a terrível serpente Apófis.

HÓRUS - Filho de Osíris e Ísis, tem cabeça de falcão e é o protetor dos faraós e das famílias. Quando perdeu o pai, lutou contra Set pelo trono de principal Deus do Egito. Após intervenção de Osíris, direto do "Além", os demais deuses aclamaram Hórus como líder supremo.Hórustem uma infância difícil e sua mãe teve de escondê-lo de Seth que cobiçava o trono de seu pai. Após ter triunfado sobre Seth e as forças da desordem, ele toma posse do trono dos vivos; o faraó é sua manifestação na terra.Ele é representado como um homem com cabeça de falcão ou como um falcão sempre usando as duas coroas de rei do Alto e Baixo Egito, segura na mão direita o ankh, símbolo da vida. Na qualidade de Deus do céu, Hórus é o falcão cujos olhos são o sol e a lua.Com o nome de "Hórus do horizonte", assume uma das formas do sol, a que clareia a terra durante o dia.

HATHOR - A esposa de Hórus é a deusa guardiã das mulheres (especialmente as grávidas) e protetora dos amantes. Hathor é, junto a Isis, a mais venerada das deusas. Distribuidora de alegria é a deusa do amor, da felicidade, da dança e da música. Também é a protetora da necrópole de Tebas que sai da falésia para acolher os mortos e velar os túmulos. No Egito antigo, a vaca era considerada um animal gentil, por isso Hathor é representada e adorada na forma de uma mulher com chifres de vaca e disco solar na cabeça, de apenas uma mulher com cabeça de vaca ou simplesmente uma vaca.


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ANÚBIS - O Deus com cabeça de chacal nasceu da união de Osíris e Nephthys. Tem papel importante na passagem para o mundo dos mortos. Anúbis é o mestre dos cemitérios e o patrono dos embalsamares. A ele se deve o protótipo das múmias, pois foi ele quem criou a primeira múmia, ao preparar o corpo do seu pai (Osíris) assassinado. Todo egípcio espera beneficiar-se em sua morte do mesmo tratamento e do mesmo renascimento desta primeira múmia.Anúbis também introduz os mortos no além e protege seus túmulos com a forma de um cachorro deitado em uma capela ou caixão. É representado como homem com cabeça de cachorro ou forma de um cachorro ou na forma de um cachorro selvagem. Este animal que frequenta as necrópoles lhe é associado.

THOTH - Sua origem é polêmica, alguns textos o apresentam como filho de Rá, outros, como de Set. Com cabeça de uma ave (a íbis) é o deus da Lua, da sabedoria e da cura. Thothe um Deus cordato, sábio, assistente e secretário-arquivista dos Deuses. É o patrono dos escribas e trouxe os hieróglifos ao Egito, atribui-se a ele a revelação ao homem de quase todas as disciplinas intelectuais como a escrita, a aritmética, as ciências em geral e a magia. É o Deus-escriba e o Deus letrado por excelência. É o senhor da sabedoria e da magia. Thoth preside a medida do tempo. O disco na cabeça é a lua, cujas fases ritmam os dias e as noites. Representado como um íbis ou um homem com cabeça de íbis, ou ainda um babuíno.


BASTET - Ligada à fertilidade, é a deusa da sexualidade e do parto. É mais uma das filhas de Rá. De acordo com a tradição ela era a personificação da alma de Ísis e protetora da sua magia. Bastet é a Deusa da guerra e tem uma profunda relação com a Deusa Mut e com Sekhmet.Após o ano 1000 a.C., sua imagem ganhou a forma de gato, animal que para os egípcios traz boa sorte. É representada como uma mulher com cabeça de gato ou cabeça de leoa. Os gatos no antigo Egito tinham um significado muito importante, sendo idolatrados como deuses, e a Deusa Bastet é uma mostra desse fascínio que os gatos exerciam nos povos do Antigo Egito.


SEKHMETH - A poderosa Deusa com cabeça de leoa é filha de Ra, mas reflete o aspecto destrutivo do Sol. Foi enviada por Rá para punir os humanos que passaram a adorar um Deus em forma de serpente. Sekhmet (o poder), é mau caráter e tem cóleras pavorosas que podem propagar no país ventos ardentes, epidemias e a morte. Apaziguada por festas e oferendas, torna-se possível obter sua ajuda contra Apófis (que se opõe ao andamento do sol) os inimigos do rei em tempos de guerra ou os agentes responsáveis pela doença no corpo dos homens.Seus sacerdotes são experts em magia e medicina. Em Mênfis, Sekhmet é a esposa de Ptah e mãe de Nefertum. É quase sempre representada como uma mulher com cabeça de leoa, coroada com o disco solar.

MAÁT - Esta Deusa, que traz na cabeça uma pluma de avestruz, representa o equilíbrio, a harmonia do Universo tal como foi criado inicialmente. Em sociedade, este respeito pelo equilíbrio implica na prática da equidade, verdade, justiça, no respeito às leis e aos indivíduos e na consciência do fato que o tratamento que se inflige aos outros pode nos ser infligido. É Maát, muito simbolicamente, que se oferece aos Deuses nos templos. Ela cuida dos tribunais e também possui templos.

PTAH - Deus de Mênfis que foi a capital do Egito no Antigo Império, Ptah é "aquele que afeiçoou os deuses e faz os homens" e "que criou as artes". Concebeu o mundo em pensamento e o criou por sua palavra. Seu grande sacerdote chama-se "o superior dos artesãos". É realmente, muito venerado pelos trabalhadores manuais, particularmente pelos ourives. É Representado em uma vestimenta colante que lhe dá a impressão de estar sem pescoço e usando na cabeça uma calota. Tem como esposa a deusa Sekhmet e por filho o Deus do nenúfar, Nefertum.
AMENÓFIS - Venerado pelos operários na qualidade de fundador da instituição do Túmulo. O rei Amenófis I divinizado é, por sua vez, um Deus e uma espécie de santo patrono. Filho da rainha Ahemés-Nefertari e do rei Amófis, ignora-se onde estaria seu túmulo. A ele se dedicam estelas, além de uma festa suficientemente importante para dar nome ao mês durante o qual acontece. A estátua de Amenófis, conduzida em procissão por toda necrópole, produz oráculos.

NEITH - É a mais antiga deusa citada pelos textos, talvez a protetora do Baixo Egito bem antes da unificação do país. Venerada principalmente em Sais, no Delta, ela é representada como uma mulher que usa a coroa vermelha do Baixo Egito. Seu nome se escreve com duas flechas ou dois arcos, o que a designa bem como uma deusa guerreira. Também é protetora e parece ser uma divindade que basta a si própria, um dos raros princípios criadores femininos entre os deuses egípcios.

ATUM - Em Heliópolis, ele é o pai e o rei de todos os Deuses, o criador do Universo que, por sua vontade, extraiu-se do caos inicial. Atum é mais frequentemente representado como um rei vestido de uma tanga e mais raramente com o aspecto de uma serpente, usando as duas coroas do Alto e Baixo Egito.


AMENÓFIS - Venerado pelos operários na qualidade de fundador da instituição do Túmulo. O rei Amenófis I divinizado é, por sua vez, um Deus e uma espécie de santo patrono. Filho da rainha Ahemés-Nefertari e do rei Amófis, ignora-se onde estaria seu túmulo. A ele se dedicam estelas, além de uma festa suficientemente importante para dar nome ao mês durante o qual acontece. A estátua de Amenófis, conduzida em procissão por toda necrópole, produz oráculos.
MERETSEGER - Ela é a dama da necrópole tebana, a deusa do cimo mais elevado que domina o maciço montanhoso. Sua notoriedade ultrapassa muito pouco o plano local, mas nestes limites é muito venerada, particularmente pelos operários do Túmulo. Meretseger possui capelas em sua cidade, até mesmo nas casas, assim como um pequeno templo cavado na rocha perto do Vale das Rainhas onde está associada à Ptah. Protege os mortos e pode punir os maldosos. Representada mais frequentemente como uma serpente, às vezes com cabeça humana, ela pode também ser uma mulher com cabeça de serpente.

IMOTEPH - Sabe-se com certeza que essa divindade foi na verdade um homem, um grande sábio que apareceu misteriosamente no reinado do Faraó Djozer. Graças a ele foram introduzidos notáveis avanços no campo da arquitetura e principalmente nas ciências medicas, a ponto de os próprios gregos mais tarde o reverenciá-lo sob o nome de Esculápio, o pai da medicina. Em egípcio arcaico significa "aquele que veio em paz". Encontrar a sua tumba (se é que ela existe) é o sonho dourado de todos os egiptólogos. As antigas tradições dizem que este Deus após cumprir sua missão na Terra, retornou à companhia dos deuses.


HISTÓRIA DA CRIAÇÃO

A Separação de deuses irmãos marca origem do mundo dos humanos. Os primeiros filhos de Rá foram Shu (deus do ar) e Tefnut (deusa da umidade). Como é comum nesse panteão, os irmãos formaram um casal e tiveram como filhos Geb (deus da terra) e Nut (deusa dos céus). Ao nascer, os netos de Rá se juntaram num abraço, formando outro casal. Rá não gostou muito dessa história e ordenou a Shu que ele separasse os filhos. Este empurrou Nut para cima e pressionou Geb para baixo. Enquanto Nut se tornava o céu que cobre o mundo, Geb virou a terra em que vivemos. E Shu permaneceu entre os filhos, representando o ar que as pessoas respiram.

JULGAMENTO FINAL



O inferno para os egípcios era ser devorado por um Deus após a morte. Toda pessoa ao morrer era recebida pelo Deus Anúbis. Ele tinha a missão de pesar o coração dos mortos em uma balança, uma espécie de avaliação de como a pessoa havia se comportado em vida. Após ter o coração pesado, o morto era encaminhado para um julgamento final perante Osíris, que o questionava sobre diversas passagens da vida. Nessa conversa, Osíris podia até aliviar a barra de quem tivesse o coração "reprovado na balança". Os aprovados viveriam para sempre em um paraíso similar à Terra na companhia dos deuses. Os reprovados eram devorados por Amnut, deusa representada pelos três animais mais temidos no Egito, tinha cabeça de crocodilo e corpo com partes de leão e de hipopótamo.

Irmandade Satanista Tradicional (IST)

PANTEÃO GREGO



Na Grécia Antiga, as pessoas seguiam uma religião politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses. Estes, apesar de serem imortais, possuíam características de comportamentos e atitudes semelhantes aos seres humanos. Maldade, bondade, egoísmo, fraqueza, força, vingança e outras características estavam presentes nos deuses, segundo os gregos antigos. De acordo com este povo, as divindades habitavam o topo do Monte Olimpo, de onde decidiam a vida dos mortais. Zeus era o de maior importância, considerado a divindade suprema do panteão grego. Acreditavam também que, muitas vezes, os deuses desciam do monte sagrado para relacionarem-se com as pessoas. Neste sentido, os heróis eram os filhos das divindades com os seres humanos comuns. Cada cidade da Grécia Antiga possuía um deus protetor.

Cada entidade divina representava forças da natureza ou sentimentos humanos. Poseidon, por exemplo, era o representante dos mares e Afrodite a deusa da beleza corporal e do amor. O panteão grego era passado de forma oral de pai para filho, muitas vezes, servia para explicar fenômenos da natureza ou passar conselhos de vida. Ao invadir e dominar a Grécia, os romanos absorveram o panteão grego, modificando apenas os nomes dos deuses.

Conheça abaixo uma relação das principais divindades da Grécia Antiga e suas características.





DEUSES:

Anteros - Símbolo do amor revoltado, da resistência ao amor, da vingança ao amor não correspondido ou ao desamor.

Apolo - Na cultura grega, ele era considerado, principalmente, como o deus da profecia. Apolo era músico e encantava os deuses com seu desempenho com a lira. Era também um arqueiro-mestre e excelente corredor. Era também o deus da agricultura, do gado, da luz e da verdade. Ensinou aos humanos a arte da cura. Talvez por causa de sua beleza, Apolo era representado com mais freqüência na arte antiga que qualquer outra divindade

Ares - Deus da guerra, sanguinário e agressivo, personificava a natureza brutal da guerra.

Aristeu - Era adorado como o protetor dos caçadores, pastores e rebanhos, e como o inventor da apicultura e da arte de cultivar azeitonas. Era largamente venerado como um deus beneficente e freqüentemente era representado como um pastor juvenil carregando um cordeiro.

Asclépio - Deus greco-romano da medicina, com o poder de curar os enfermos. Era também patrono dos médicos e era representado como um homem barbudo, de olhar sereno, com o ombro direito descoberto e o braço esquerdo apoiado em um bastão, o caduceu, em volta do qual se enroscam duas serpentes, e que se transformou no símbolo da medicina.

Dionísio -
Deus do vinho e da vegetação, que mostrou aos mortais como cultivar as videiras e fazer vinho.

Eros - 
Eros é descrito como o mais belo dos imortais, capaz de subjugar corações e triunfar sobre o bom senso. Deus do amor e do desejo.

Hades - 

Deus dos mortos. Em algum lugar na escuridão do mundo subterrâneo estava localizado o palácio de Hades. Era representado como um lugar fúnebre, escuro e repleto de portões, repleto de convidados do deus e colocado no meio de campos sombrios, uma paisagem assombrosa. Em lendas posteriores o mundo inferior é descrito como o lugar onde os bons são recompensados e os maus são punidos.

Hefesto - 
Deus do fogo, tornou-se o ferreiro divino e instalou suas forjas no centro dos vulcões. Patrono dos ferreiros e dos artesãos em geral, é responsável, segundo a lenda, pela difusão da arte de usar o fogo e da metalurgia.

Hélio - 

Era a representação divina do Sol. Na Grécia clássica, Hélio foi cultuado em Corinto e sobretudo em Rodes, ilha que lhe pertencia e onde era considerado o deus principal, honrado anualmente com uma grande festa.

Hermes - 
Mensageiro dos deuses, tinha sandálias com asas, um chapéu alado e um caduceu dourado, ou vara mágica, entrelaçado por cobras e coroado com asas. Hermes era também o deus do comércio e o protetor dos comerciantes e dos rebanhos. Como a divindade dos atletas, ele protegia os ginásios e estádios e atribuía-se a ele a responsabilidade pela fortuna e a riqueza.

Himeneu - Deus do casamento. Personificação dos cantos nupciais.

Hipnos - Deus do sono.

Morfeu - 
Deus dos sonhos. Morfeu formava os sonhos que vinham para aqueles que adormeciam. Ele também representava seres humanos em sonhos.

Nereu - 
Deus do mar.

Orfeu - Poeta e músico. Recebeu a lira de Apolo e tornou-se um músico tão perfeito que não havia nenhum mortal capaz de ser melhor do que ele. Quando tocava e cantava, movia todos os seres animados e inanimados. Sua música encantava árvores e pedras, domesticava animais selvagens, e até mesmo os rios mudavam o seu curso na direção da música do jovem.

Pan - Pan ou Pã, cujo nome em grego significa “tudo”, assumiu de certa forma o caráter de símbolo do mundo pagão e nele era adorada toda a natureza. No panteão grego, Pã era o deus dos caçadores, dos pastores e dos rebanhos. Representado por uma figura humana com orelhas, chifres, cauda e pernas de bode, trazia sempre uma flauta, a “flauta de Pã”, que ele mesmo fizera.

Poseidon - 
Deus do mar. Na arte, Poseidon é representado como uma figura majestosa e barbada segurando um tridente, e freqüentemente acompanhado por um golfinho.

Príapo - Deus da fertilidade, protetor dos jardins e dos rebanhos.

Urano - Personificação do céu, é o deus do firmamento. clássica não havia culto a Urano.

Zeus - 
O deus supremo do mundo, o deus por excelência. Presidia aos fenômenos atmosféricos, recolhia e dispersava as nuvens, comandava as tempestades, criava os relâmpagos e o trovão e lançava a chuva com sua poderosa mão direita, à sua vontade, o raio destruidor; por outro lado mandava chuva benéfica para fecundar a terra e amadurecer os frutos. Chamado de o pai dos deuses, por que tinha autoridade sobre todos os deuses, dos quais era o chefe reconhecido por todos. Tinha o supremo governo do mundo e zelava pela ordem e da harmonia que reinava nas coisas.

DEUSAS:
Afrodite -
Deusa do amor e da beleza.

Anfitrite -Deusa do mar.

Ártemis -Tida como virgem e defensora da pureza, era também protetora das parturientes e estava ligada a ritos de fecundidade; embora fosse em essência uma deusa caçadora, encarnava as forças da natureza e tutelava as ninfas, os animais selvagens e o mundo vegetal.

Atena -Era o símbolo da inteligência, da guerra justa, da casta mocidade e das artes domésticas e uma das divindades mais veneradas.

Deméter -Deusa da colheita.

Destinos
As três deusas que determinavam a vida humana e suas ligações, também conhecidas como “Moiras”. As Moiras repartiam para cada pessoa, no momento de seu nascimento, uma parcela do bem e do mau, embora uma pessoa pudesse acrescer o mau em sua vida por si própria. Retratadas na arte e na poesia tanto como mulheres velhas e severas quanto virgens sombrias, as deusas eram freqüentemente vistas como fiadeiras.
  • Cloto: A fiadeira principal, tecia o fio da vida; 
  • Láquesis: A distribuidora de quinhões, decidia a quantidade e designava o destino de cada pessoa; 
  • Átropos: A implacável, carregava o poder de cortar o fio da vida no tempo designado. As decisões das Moiras não podiam ser alteradas, nem mesmo pelos deuses.
Eumênides
Antigos espíritos da terra ou deusas associados à fertilidade, mas também tendo certas funções sociais e morais. Protetoras dos suplicantes.

Erínias
Também conhecidas como Fúrias, eram as três divindades que administravam a vingança divina, sendo elas:
  • Tisífona (a vingança contra os assassinos); 
  • Megera (o ciúme) e 
  • Alecto (a raiva contínua).
Eram justas, mas sem piedade e jamais analisavam as circunstâncias que levaram a pessoa a cometer o erro.

Géia
O nome Géia, Gaia ou Gê, é utilizado como prefixo para designar as diversas ciências relacionadas com o estudo do planeta.
A deusa foi também a propiciadora dos sonhos e a protetora da fecundidade. Gaia é a personificação da Terra.

Graças
Graças (ou Cárites), as três deusas da alegria, charme e beleza. Chamavam-se:
  • Aglaia (o Esplendor)
  • Eufrosina (a Alegria) 
  • Tália (a Floração).
As Graças presidiam sobre os banquetes, danças e todos os outros eventos sociais agradáveis, trazendo alegria e boa vontade tanto para os deuses quanto para os mortais.


Hebe
Deusa da juventude. Durante muito tempo Hebe foi a copeira dos deuses.
Hécate
Deusa da escuridão, representava seus terrores. Em noites sem luar, acreditava-se que ela vagava pela terra com uma matilha de uivantes lobos fantasmas.
Era a deusa da feitiçaria e era especialmente adorada por mágicos e feiticeiras, que sacrificavam cães e cordeiros negros a ela.Como deusa da encruzilhada, acreditava-se que Hécate e seu bando de cães assombravam lugares fúnebres que pareciam sinistros aos viajantes.

HeraRainha dos deuses, protegia o casamento e era a protetora de mulheres casadas.

Íris
Como mensageira de Zeus e de sua esposa Hera, Íris deixava o Olimpo apenas para transmitir os ordenamentos divinos à raça humana, por quem ela era considerada como uma conselheira e guia.
Viajava com a velocidade do vento, podia ir de um canto do mundo ao outro, ao fundo do mar ou às profundezas do mundo subterrâneo.Era representada como uma linda virgem com asas e mantos de cores brilhantes e um aro de luz em sua cabeça, deixando no céu o arco-íris como seu rastro. Para os gregos, a ligação entre os homens e os deuses é simbolizada pelo arco-íris.

Musas
Nove deusas e filhas de Zeus e de Mnemósina, a deusa da memória. As Musas presidiam as artes e as ciências e acreditava-se que inspiravam todos os artistas, especialmente poetas, filósofos e músicos.Calíope era a musa da poesia épica, Clio da história, Euterpe da poesia lírica, Melpômene da tragédia, Terpsícore das canções de coral e da dança, Erato da poesia romântica, Polímnia da poesia sagrada, Urânia da astronomia e Tália da comédia.

Nêmesis
Entre os antigos gregos, Nêmesis foi a deusa da equanimidade e, mais tarde, a personificação da desaprovação dos deuses à arrogância. Seu nome se inspira no grego némein, “repartir segundo o costume ou a conveniência”.
A missão de Nêmesis era punir os faltosos e impor a execução de normas que restabelecessem o equilíbrio entre os homens.

Nikê
Deusa da vitória. É representada carregando uma grinalda ou palma da vitória.

Perséfone
Deusa da terra e da agricultura. Era uma personificação do renascimento da natureza na primavera.

Selene
Deusa da Lua. Era uma linda deusa, de braços brancos, com longas asas, que percorria o céu sobre um carro para levar aos homens a sua plácida luz


TITÃS:

Quem eram os Titãs?
Frequentemente, chamados de deuses mais velhos, eles foram por muitas eras os regentes supremos do universo, tendo um tamanho enorme e sendo incrivelmente fortes.

Atlas
Filho do Titã Japeto e da ninfa Climene, e irmão de Prometeu. Atlas lutou com os Titãs na guerra contra as divindades do Monte Olimpo. Como castigo, ele foi condenado a suportar eternamente a terra e os céus em suas costas e o grande pilar que os separa sobre os ombros. Justamente porque a figura de Atlas sustenta a terra, freqüentemente ela é utilizada nas páginas de coleções de mapas (atlas), cujo nome denota um conjunto de mapas.

Ceos
O Titã da Inteligência.

Crio
Representava o tremendo poder do mar.

Cronos
Cronos era um deus ao qual se atribuíam funções relacionadas com a agricultura. Segundo a tradição clássica, depois Cronos tornou-se o regente do universo e simbolizava o tempo.

Japeto
Considerado como antepassado da raça grega e também de todos os homens.

Métis
Presidia a sabedoria e o conhecimento.

Mnemósina
Deusa da memória.

Oceano
Governou o Oceano, um grande rio que, segundo o panteão grego, cercava a Terra e que se acredita ser um círculo plano.

Prometeu
Conhecido como amigo e benfeitor da humanidade. Prometeu e seu irmão foi concebido para criar a humanidade e prover o homem e todos os animais da terra com aquilo que necessitassem para sobreviver.

Réia
Mãe dos deuses e que por muitas eras dominou o Universo junto com Cronos.

Têmis
Deusa da justiça divina e das leis. Na arte antiga ela é representada segurando para cima um par de balanças em que ela pesa as reivindicações das partes contrárias.

Irmandade Satanista Tradicional (IST)

DAEMONS OU DEMONIOS?


Muito se ouve sobre "Daemons", outros preferem se referir a essas divindades como "Demônios". O pior de tudo é ouvir da boca de alguns pseudos intelectuais e/ou "estudiosos" o despautério de afirmar que Daemons e Demônios são seres totalmente diferentes. Alguns afirmam que demônios são "anjos caídos" e que Daemons são seres "primitivos". Façamos agora a seguinte analogia, segundo o site Wikipédia, o significado da palavra Daemon é:

Daemon (em grego δαίμων, transliteração daímôn, tradução "divindade", "espírito"), no plural daemones (em grego δαίμονες) é um tipo de ser que em muito se assemelha aos gênios da mitologia árabe.

A palavra daímôn se originou com os gregos na Antiguidade; no entanto, ao longo da História, surgiram diversas descrições para esses seres. O nome em latim é daemon, que veio a dar o vocábulo em português demônio. (Fonte:Wikipédia).

A palavra grega Daimon, da qual se origina, significa, "Deus", "poder divino", "gênio", "inteligência", e se emprega para designar os seres incorpóreos, bons ou maus, sem distinção. 
(Fonte: Dicionário InFormal)

Ora, então, chegamos a seguinte conclusão. Daemons e Demônios se referem as mesmas divindades. É dessa forma que nós da Irmandade Satanista Tradicional encaramos e entendemos sobre esse assunto.

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Irmandade Satanista Tradicional (IST)

SÚCUBOS E ÍNCUBOS


Em torno das profundezas do abismo onde habitam os demônios inferiores, há uma casta de demônios que chamam-se "Íncubo" e "Súcubo". Há relatos de vários homens e mulheres no mundo inteiro que já foram vítimas desse tipo de ataque. Há humanos que acabam confundindo-se ao pensar que esses seres são amorosos, bem intencionados e inofensivos, na verdade é muito pelo contrário, são nocivos à raça humana (encarnados).

Íncubos (Demônios Masculinos) e Súcubos (Demônios Femininos). São demônios de ordem inferior, que tem por finalidade violentar sexualmente homens e mulheres com a única e exclusiva finalidade de drenar sua energia vital quando os mesmos alcançam um determinado estágio de sono.

Esses seres agem preferencialmente quando a vítima alcança o estágio de sono REM (Rapid Eye Movement)("movimento rápido dos olhos"), onde o indivíduo torna-se totalmente indefeso ao ataque desses seres.

O mais preocupante e surpreendente é que muitas pessoas que passam por essa situação, não conseguem assimilar que esses ataques podem causar sérios riscos à saúde física e mental.

Não há um prazo pré-definido para afirmar com exatidão enquanto tempo esses ataques sexuais poderão fazer riscos à saúde física ou mental, o que podemos dizer seguramente que mais cedo ou mais tarde danos à saúde poderão aparecer, inclusive de forma irreversível deixando sequelas. Esses ataques não passam de uma forma vampírica, sexualmente falando.

Outra observação que devemos levar em conta, é que o indivíduo que está sendo alvo desses ataques, não leva em consideração o perigo que corre, na maioria dos casos tem uma percepção errônea de que tem total controle da situação, quando na verdade paulatinamente o indivíduo perde totalmente o controle da situação e começa a apresentar alguns sintômas como:

  • Perda de memória
  • Insônia
  • Ao acordar pela manhã, sente-se extremamente cansado
  • Irritabilidade fora do normal
  • Dores de cabeça constante
  • Problemas psicológicos como: Síndrome do Pânico, Depressão, Angústia, Neurose, Etc...

Caso esteja passando por esse problema que foi relatado nesse texto, cuide-se espiritualmente e fisicamente, pois sua saúde é o seu bem maior.

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Irmandade Satanista Tradicional (IST)

CERBERUS

CERBERUS
NABERIUS, NEBIROS OU CERBERUS

Cerberus te orienta assuntos sobre as propriedades da metalurgia, mineralogia, botânica e zoologia. Ele detém o domínio de prever o presente, passado e futuro e é especialista em necromancia.
Nebiros possui uma aura esverdeada. Sua cor é um verde vivo.
Naberius instrui artes e ciências, lógica, retórica e ajuda a recuperar a honra perdida e auxilia a retomar bens dados como perdidos.


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